Cirurgia das Glândulas Salivares

Dr. Robledo Alievi Cirurgião; cirurgião de cabeça e pescoço RS; ablação percutânea de nódulo de tireoide; cirurgia para câncer de tireoide; tratamento câncer de pele no rosto; cirurgia de nódulo na tireoide; Clínica Vitaro Ijuí RS; reconstrução facial pós câncer de pele; especialista em câncer de laringe; cirurgia de glândulas salivares; tratamento minimamente invasivo tireoide; segunda opinião para cirurgia de cabeça e pescoço; oncologia cirúrgica Ijuí; malformação congênita no pescoço tratamento; telemedicina cirurgião de cabeça e pescoço;lesões na laringe;rouquidão persistente;reconstrução facial;carcinoma basocelular;manchas e sinais no rosto;ablação percutânea;nódulo na tireoide;caroço no pescoço

Assim como diversas outras partes do corpo, as glândulas salivares também podem ser acometidas por tumores ou outras doenças. A maioria dos tumores de glândulas salivares são benignos, principalmente quando se encontram em glândulas maiores, mas podem ocorrer tumores malignos também.

Podem ser necessárias desde biópsias até a remoção completa da glândula, quando indicado. As biópsias podem ser realizadas por agulhas finas ou mais calibrosas, bem como abertas, com pequenas incisões. Já as resseções, costumam ser feitas em centro cirúrgico, com anestesia geral e necessidade de cuidados para evitar lesões de nervos e vasos sanguíneos importantes da região.

No caso de cirurgias de parótida (parotidectomias), deve-se preservar, quando possível, o nervo facial, responsável pelo movimento dos músculos da face, que originam as expressões.

A incisão pode ser feita de diferentes formas, mas a mais comum é a que se localiza logo à frente da linha da orelha, com extensão para o pescoço. O cirurgião localiza, então, o nervo facial e o preserva, fazendo a remoção de toda a glândula ou de uma parte dela. Dependendo da necessidade, também serão removidas outras estruturas, como por exemplo, linfonodos.