Assim como diversas outras partes do corpo, as glândulas salivares também podem ser acometidas por tumores ou outras doenças. A maioria dos tumores de glândulas salivares são benignos, principalmente quando se encontram em glândulas maiores, mas podem ocorrer tumores malignos também.
Podem ser necessárias desde biópsias até a remoção completa da glândula, quando indicado. As biópsias podem ser realizadas por agulhas finas ou mais calibrosas, bem como abertas, com pequenas incisões. Já as resseções, costumam ser feitas em centro cirúrgico, com anestesia geral e necessidade de cuidados para evitar lesões de nervos e vasos sanguíneos importantes da região.
No caso de cirurgias de parótida (parotidectomias), deve-se preservar, quando possível, o nervo facial, responsável pelo movimento dos músculos da face, que originam as expressões.
A incisão pode ser feita de diferentes formas, mas a mais comum é a que se localiza logo à frente da linha da orelha, com extensão para o pescoço. O cirurgião localiza, então, o nervo facial e o preserva, fazendo a remoção de toda a glândula ou de uma parte dela. Dependendo da necessidade, também serão removidas outras estruturas, como por exemplo, linfonodos.